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CCriado em 1994, o Dia da Reconciliação é celebrado todo o 16 de dezembro e é um feriado nacional na África do Sul.

A intenção é a de que o povo sul-africano aproveite a data para se recolher e lembrar de como foi difícil chegar ao atual estágio democrático e de como, por décadas, o Apartheid, que tirou da população negra todos os direitos sociais e políticos, foi um regime  desumano, segregador, humilhante e sangrento.

PPara que a história não se repita é necessário lembrá-la e celebrá-la. A África do Sul faz isso com maestria e depois de passar por uma das mais penosas e dilacerantes Comissão da Verdade, quando os crimes cometidos durante os anos do Apartheid (1948-1991) foram trazidos à tona e esclarecidos com a presença de opressores e oprimidos em torno das mesmas mesas, o 16 de dezembro foi escolhido como a data da reconciliação por ser um dia importante tanto para brancos quanto para negros.

Antes de ser ressignificado como um dia de união, 16 de dezembro era para os brancos a celebração da vitória sobre os Zulus na Batalha do Rio de Sangue, em 1838, e para os negros o dia de um importante protesto popular contra discriminação racial em 1910. Com o fim do Apartheid, a data foi refundada como um memorial da luta por democracia, justiça social e igualdade de direitos.

É um dia de festa, música e dança, quando muitos eventos populares são organizados pelo país para que as gerações futuras, devidamente misturadas, sigam lembrando, como pediu Nelson Mandela em seu discurso inaugural como Presidente democraticamente eleito, que jamais (jamais, jamais) um ser humano volte a oprimir outro nesse encantador território que hoje é conhecido como a Nação Arco-Íris.

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